Sinto-me lisonjeado por estar aqui e falar de algo que me perturbou muito: a análise do pôr-do-sol... Primeiramente desejo contar-lhes que isso não passa de uma atitude enlouquecedoura (aliás, comendo chocolate).A Análise Do Pôr-do-Sol... Como ele deve ser analisado? Óculos-de-sol? Sim, certamente pertence a mesma família...
Ontem, eu e meu amigo Victor (excelentíssimo que me inspirou a este magnífico texto) estávamos completamente entediados... Foi realmente surpreendente a minha atitude - pensei: ''Bom, eu posso comer chocolate'' mas acabei lembrando que estava em plena aula de Hístoria, portanto teria que esperar até a hora do recreio para TENTAR comprar um chocolate... Ah! Tédio! Então comecei a escrever poemas (depois mostro à vocês)... Um deles me surpreendeu, ops, nos surpreendeu porque o Victor (fabuloso amigo que deu-me a idéia) também achou ótimo... Esse poema falava claramente sobre a análise do bendito pôr-do-sol, automaticamente eu falei: ''Opa! Não preciso de chocolate! Agora eu tenho meu próprio apoteose!'' E comecei a trabalhar naquele poema, foi disso, que eu tirei minha análise sobre o Pôr-do-Sol...
Começar a análise é antes de tudo assinar um bilhetinho para sair de casa porque você vai precisar transpassar o avivamento das cores para imaginar o belo e perfeito pôr-do-sol. Maluco? Não, simplesmente normal. Pense no pôr-do-sol como sua última e única saída, reflita e depois me fala ok?
Deram 5 horas da manhã no relógio de casa: acordei de um brilhante pesadelo. Peguei 2 reais que estavam em minha carteira e fui pro mercado que havia aberto há 1 hora atrás, pra quê? Comprar Danoninho é claro. Atravessei a rua, virei a direita, fui para a outra esquina e lá estava o mercado, entrei, peguei o Danoninho e fui em direção ao caixa para pagar, quando o Pôr-do-sol repentinamente tirou a atenção dos meus olhos da mulher do caixa para ele, eu vi dentro dele uma esperança, uma paz interior, uma paz superior mas fui interrompido pela breve e maligna voz: ‘‘Cara, deu 1 real e 30 centavo’’. Hahaha, o que você acha que eu disse? ‘‘Minha Senhora, não vê o pôr-do-sol que sempre aparece quando trabalha aqui? Então, já parou para admirá-lo? Porque parece que a senhora só se preocupa com o bendito dinheiro que lhe devo...’’ Ela? Respondeu com extrema ‘‘inginoransia’’ ‘‘Que isso cara, a onde daqui é ver tudo os porche passar’’. Peguei o troco e voltei para casa contemplando aquele magnífico Sol que me surpreendia.
Chegando em casa – perdi o sono -, fui para a sacada e comi o Danoninho observando o Sol se erguer naquele limpo e alaranjado céu.
Fui pensando: ‘‘Será que alguma pessoa nesse imenso mundo contempla elementos naturais além de mim? Se não: perdem o colírio da alma.’’
2 comentários:
é minha gente, parem e pensem: será que vocês estão dando uma olhadinha na beleza do pôr-do-sol? Ou daquelas lindas flores que sempre são chingadas pois riscam seu carro quando você sai de casa? Já pensou nós sem elas? Então porque você não dá um devido valor? Reflitam... Créditos para meus eternos amigos: Ju e Victor, que sempre me ajudam nas longas caminhadas da vida.
kkkk, hei menino, adorei o "colírio da alma"! Quem sabe se as pessoas de fato vissem o que elas pensam olhar... um ipê florido, o céu minutos antes de chover, a leveza com que uma folha se desprende da árvare... talvez não seriam tão stressadas ou grosseiras, talves tivessem mais facilidade em abrir um sorriso e desejar um bom dia!
bem vindo ao mundo dos desvaneios virtuais! beijo!
Postar um comentário