
Joseph Holl e Melody conversavam, discutiam ou até mesmo tratavam de assuntos em plena cabine telefônica em Londres.
- Mas que diabos de aperto é esse cara Melody!
- Holl, estamos em Londres! Todo aquele gingado de emoção que quase nos leva à Paris! É fantástico!
- Londres pode ser mas essa cabine não é não. Aliás... O que estamos fazendo nessa prisão!?
- Esqueceu-se de que está chovendo Holl? Trate de se acalmar pois senão te deixo lá fora!
- Audácia! Que coleguismo é esse Melody! Meu Deus! Que barulho foi esse?
- Acalme-se Holl, foi o vento que bateu e estremeceu a cabine... Só iss...
Dali a alguns trilésimos de segundo a cabine telefônica é arrancada do chão e começa a dançar com o vento.
- Raios! Já tinha pensado que isso haveria de acontecer! Que diabos o homem constroi uma infra-estrutura de pó aqui! Dá-me santa paciência!
- Cale-se! Estamos aqui por livre e espontânea vontade!
- Cale-se tu, oh Melody! Não vês que estamos encharcados de água?! Que diabos estamos fazendo aqui ainda?!
- Holl! Estamos esperando o nosso ônibus! Precisamos voltar ao hotel!
- Ah! Esse lugar não merece minha vontade! Audácia! Teremos nós de irmos à pé!
- Nem pensar Sr. Joseph! Pagamos para o ônibus e vamos nele!
- A que horas o bendito deveria estar aqui?
- No bilhete diz que ele deveria passar as 20:00.
- Raios e Trovões! São 10 horas da noite!
- Holl ele deve estar para chegar! Aquiete-se! Sem mais um pio!
E lá se passaram mais 20 minutos de puro silêncio.
- Que Diabos aconteceu? Aquele não é nosso ônibus?
E eles avistaram o ônibus a mais ou menos 100 metros deles. A esperança estava
- Acabada! O ônibus entalou lá! Teremos de ir AGORA!
Melody obedeceu aos gritos, e logo após andarem chegaram ao ônibus, entraram e assentaram-se.
- Que Diab...
- Cale-se Holl! Durma até chegarmos lá!
E se passaram 1 hora, o ônibus já estava vazio quando eles acordaram pela voz do motorista.
Eles saíram do ônibus.
- Raios e trovões! Graças ao bom Deus terei paz!
- Acho que não Holl, pegamos o ônibus errado...
- Que Diabos você fez!
(...)
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