quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Carta ao vento


Naquela noite me decidi, iria escrever uma carta. Nada ocorria perto daqui, parecia que algo vinha ao norte, mas nada confirmado. Sem pássaros, sem barulhos, uma paz sem fim. Levantei da cama e sentei perto à mesinha, logo comecei a escrever uma carta que nada poderia influenciar em minha vida, talvez nem me ajudar, mas pelo menos iria dizer tudo o que sentia pelo menos pro papel.
- ''Tudo mudou depois que te conheci, vi que meu tudo virou nada pelo motivo de não te ter e que nossas dif...'' - Parei. Parece que algo segurou minha mão e o lápis escorregou, formando um rabisco no papel. - ''..erenças, na verdade desejo que sejam igualdades, não me atrapalhou e sim me aproximou ainda mais de você. Não sei como gosta de se chamar, mas prefiro te chamar de Vento.'' - Vento!? - falei em alta voz.
Aos poucos as palavras entre risadas apaixonadas começaram a surgir e os sentimentos grudaram no papel, como um símbolo de ternura, amor e esperança.
- '' Sei que não posso te ter, apesar de te querer muito. Mas em algum dia, se você ler essa carta, se lembre da pessoa que talvez notou por alguns momentos, que talvez você notou um sorriso ali, um outro ali...'' - Uma lufada de vento bateu na janela e o pequeno estrondo se manifestou no quarto, era visível a aproximação ao leste de um pequeno furacão, decidi terminar a carta:
- '' O momento parece difícil, mas independente de tudo que tenha acontecido entre eu e você, ou melhor, o que EU queria que tivesse acontecido eu vou continuar te amando, apesar de curiosidades e dificuldades, apenas algumas palavras podem descrever o que eu sinto por você, um simples te amo. '' - Terminei a carta e comecei a dobrá-la e a selei com uma lágrima.
Sai de casa e o vento aumentara bastante, não era mais possível ver o furacão mesmo sabendo que ele não estava ali, e como um sinal de última lágrima lancei a carta ao vento e ela começou a se distanciar a cada vez mais e naquele momento percebi que pelo menos mais alguém sabia desse meu amor impossível, o papel.

~~

Esse texto é destinado a uma pessoa, se ela realmente foi uma leitora do blog, ah, que seja. Acho que ela iria entender o conteúdo da carta.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Manjar dos Deuses Popstar

Bom, o post de hoje tratará sobre o novo popstar: o Manjar dos Deuses, portanto, será um photopost. Um pouco de água, sabão, aquarela e PUFF! surgiu o manjar.


Aqui vai os momentos:

O manjar sendo fabricado, foi interessante.

Acabou de ser feito e o pinguim, lá das geleiras, já foi dar em cima. Aaah muleque!

Deu no que deu: o pinguim sugou o manjar pelo pincélnudinho (uma alusão a pincél e canudinho).
O manjar se olhando no espelho, só pra tirar fotos com a Ariel.
E conseguiu, tirou uma foto no momento do almoço.

-----------------------------

É... nada é pra sempre, como diria nossa ilustre amiga Nelly Furtado: All good things come to an end.


E tudo foi por água abaixo, literamente. (Se não conseguiram ver a foto: o manjar se iludiu e foi tomar um banhozinho de torneira no bloco A. Deu no que deu.)

~~
Antes que eu me esqueça: apartir de 7 de dezembro irei narrar minha viagem (ida e volta, hotel e caminhada) para a Europa. Esperem pelos posts '' SP to Europe ''.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Descobrindo a vida

como é difícil! são tantas mudanças, tantas coisas pra resolver! tantas decisões, tantas paixões. Eu vou me perder no meio disso tudo e talvez nunca mais me encontre. é trágico, é emo. gostar de uma pessoa igual a você mas saber que talvez nunca possa tê-la.
eu espero que vocês me entendam, é preciso tomar atitudes novas, caminhos novos e decidir entre a espada e o escudo.
como é difícil, como é difícil.
como é confuso!
como é tão confuso!
bom, agora a moda é viajar. se quiserem me mandar um beijo, podem até dia 7 de dezembro. neste grande dia estou embarcando pra Milão, Itália. E é claro, conhecer Londres e Paris.
sempre se lembrem: '' seu sofrer pode ser grande, mas o que vem por aí é inexplicável .''