sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

sem título


As coisas da vida vão e voltam e mudam bastante coisa, criei o blog com um post que veio da imaginação e depois produzi dezenas de textos imaginários e veja como estou agora: falando da realidade, o que eu realmente sinto e quero. É estranho pois eu mudei esse tipo de visão e continuo no mesmo blog contando tudo. E pensar que o nome do blog se originou de uma maneira tão retardada que pensei que nunca iria prosseguir, mas ter um amigo virtual, você, foi importante pra mim e será sempre. Quero que 2009 chegue e o blog evolua, seja em tema ou não meus problemas serão contados, em diferentes interpretações ou na forma realista.
Eu mudei, tudo mudou, o mundo mudou. Os amigos mudaram, algumas amizades continuaram e outras foram esquecidas e ainda algumas apenas foram desativadas. Muitos dizem que as mudanças ocorrem sem percebermos mas NÓS somos responsáveis pelas mudanças pois a vida é nossa e nós somos quem queremos. Portantoo vamos fazer a diferença, sermos quem queremos porque, independente de qualquer ação, a consequência sempre vai surgir, seja ela boa ou má.

post número 50


Como é bom ter amigos: malas, sem alças, com bateria, com créditos pra mensagem ou touchscreen. Esse post foi idéia dela, não briguem comigo. Achei justo falar sobre uma pessoa que está do meu lado a pouco tempo, senão me engano um ano e meio, mas que já faz parte da minha vida social. Com certeza deixou sua marquinha no meu coração.
Se vocês se lembram de um post que eu disse coisas sobre ela, aquilo só ajudou a ela ser uma pessoa que me ajuda a todo tempo. É você Tatah!
Ok, essa foto é antiguinha, é de quando? Ano passado.

Amigos podem ter aspectos ruins como por exemplo chorarem com Love Remains The Same pelo fato de ser do esposo da Gwen.
Não importa, não tinha sobre o que e quem falar então falo de você.
Obrigado pela confiança, pelo CHICLETE QUE ATÉ HOJE VOCÊ NÃO ME DEU e por tudo que você tem feito por mim. Dedico esse post, o Qüinquagésimo, para você, uma amiga que vou levar no coração até a Itália.

Esse post já é o último antes da viagem então dedico ele a todos, não só a ela, mas a TODOS que lêem, TODOS.

Até o SP to Europe.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

SP to Europe - Ainda no Brasil

A cada dia mais a viagem se aproxima e o cansaço já começa só de pensar: de carro até São Paulo, de avião até Madrid, de avião até Milão. Nada como um lanchinho no avião, perfeito né? Aliás, nada como uma viagem pra acalmar os nervos e uma nevinha pra aliviar o calor. Pretendemos passar por Paris, Londres, Suíça, Veneza, Roma e algumas outras cidades, a preparação de malas já começa e o entusiasmo acaba por criar aquela sensação: ''Eu estou esquecendo de algo, mas o que será?''. Não vou poder atravessar o Atlântico só pra tentar pegar algo que esqueci, muita calma nessa hora. Guias de viagem, dicionários, mapas e remédios, por exemplo, fazem parte da mala.
A despedida começa também e, pra quem não sabe, completo 14 anos de idade no dia 15 e quase tive uma parada cardíaca no domingo, fui atingido por uma festa surpresa, confesso, fiquei muito confuso. Agora, passar o aniversário, ano novo e Natal em plena Itália? Isso é que é vida.
Vou tentar escrever o máximo pra vocês, creio que não terei muito tempo e nem muitos lugares (apesar dos hotéis possuirem rede wi-fi), isso que dá depender de wi-fi e que com muita certeza só escreverei de madrugada. Já programei alguns posts: um em Guarulhos, outro em Madri e o resto só Deus sabe. É... eu estou feliz por saber que vou conhecer o Louvre e muito preocupado em trazer todos os presentes que prometi. Deus! São tantos! Até pizza entra na lista, além de bilhares de souvenirs da torre Eiffel e perfumes franceses. Vou sentir falta das pessoas que amo, enfim, ando muito ocupadinho esses últimos dias, depois desse post só no domingo. Au revoir!

experimento mortal;


Pensamentos Exógenos - Parte II

E eu caí na água, não me pergunte onde estava essa certa quantidade de água, aos poucos minha visão foi ficando embaçada e as bolhas interrompiam ainda mais a visão, a respiração era bem maior, incrivelmente parecia que meus pulmões se ultra inflaram e isso me proporcionou um tempo a mais dentro da água. Fui afundando, afundando. A luz diminuia a cada vez mais e não me preocupava com a distância até a superfície, o que importava era aquele momento, apenas aquele. Fui afundando, afundando. Pensava o quão profundo devia ser aquele lugar pois a luminosidade começava a desaparecer e eu não chegava ao chão, não entrei em pânico. Não havia sequer uma alma viva além de mim naquele lugar. Me sacudi. Fiquei tonto e me sacudi na água, a pressão fez com que uma enorme dor de cabeça tomasse conta de mim. Ainda me sacudia e lançava bolhas pelo nariz, pela boca. Parei, a respiração parou e meus olhos continuavam abertos. Cheguei finalmente no fundo, não dava pra ver nada apenas a escuridão ousei a me virar mas não consegui; não tinha domínio sobre meu corpo. Passados minutos sentia meu corpo dançando naquele lugar escuro onde o único acompanhante era o medo. As batidas do meu coração iam diminuindo, eu estava me acalmando, acalmando, acalmando... Apenas um estrondo se ouviu e mais nenhuma bolha foi vista pela superfície.


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Opa, não se esqueçam: Domingo começa o SP to Europe. Vou narrar cada pedrinha que puder.